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Astrologia na China


Acredita-se que a astrologia foi introduzida na China pelas antigas rotas comerciais que cortavam a Ásia central, cerca do terceiro milênio antes de Cristo. Certamente o filósofo Confúcio tratou com respeito as predições planetárias: “O céu envia seus símbolos bons ou maus e os homens sábios agem em conformidade com eles”.

No decorrer dos séculos, contudo, a astrologia chinesa desenvolveu aspectos próprios, altamente individualizados. O conceito chinês do universo e a teoria dos princípios fundamentais a ele misturaram-se com a astrologia para produzir um sistema interligado altamente complexo. O universo é dividido em “cinco palácios” (os pontos cardeais e um ponto central), há cinco elementos – madeira, fogo, terra, metal e água – e cinco planetas mais o Sol e a Lua. Todas as diversas partes dessa elaborada estrutura se inter-relacionam, de modo que todos os fenômenos – cores, plantas, signos, emoções, elementos, etc., possuem seus laços e associações especiais. Além disso, tudo ou é Yang – masculino, brilhante e móvel – ou Yin – feminino, escuro e estático. Os doze signos do zodíaco são todos representados por animais – rato, boi, tigre, lebre, dragão, cobra, cavalo, bode, macaco, galo, cão e javali. Entretanto esses signos não dividem o céu, como no sistema babilônico, mas o equador. Correspondem a cada uma das doze horas duplas para medir o dia e a cada um dos doze meses do ano.

Os imperadores e generais faziam constantes solicitações a seus astrólogos, visando conhecer as datas mais propícias a cerimônias e campanhas.





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